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19/05/16 14:06

LANÇAMENTOS

Capricórnio Têxtil traz o conforto do power stretch e blues intensos para o Inverno 2017

Capricórnio Têxtil traz o conforto do power stretch e blues intensos para o Inverno 2017A Capricórnio Têxtil que completa 70 anos em 2016, lançou sua nova coleção no último dia 12 de maio para clientes e imprensa apresentando 8 novidades, além de seus produtos de linha que já fazem sucesso entre os clientes e, a palestra de tendências com a gerente de contas do bureau de pesquisas WGSN, Bia Modolin. "Queremos manter a qualidade de nossos produtos, serviços e entregas, por isso optamos por lançar uma coleção menor, mas que supere as expectativas de nossos clientes", afirma Maria José Orione, Diretora de Planejamento Estratégico e Marketing da Capricórnio.

Com foco no power stretch a empresa apresenta o Nix, agora na versão blue black, em construção cetim, em algodão e elastano (power de 60%) e a maior largura do mercado - 1,55 - colaborando para um maior rendimento do produto. O Febe pesa 8,5oz e vem no poliéster, algodão e elastano na construção cetim, também com largura de 1,55 e no tom intense blue com brilho extra. O Sintra (9oz)no tom Blue, possibilita diferentes trabalhos em lavanderia e, traz um aspecto sarjado, mais rústico, além de chegar a 40% de elasticidade. O artigo Temiscom peso de 11oz é ideal para efeitos destroyers com vários niveis de rasgos, puídos e manchados, vem no Intense Blue. O Coimbra (10oz) é um maquinetado que se diferencia pela padronagem espinha de peixe que pode tanto ser salientada quanto desgastada em lavanderia. Como complemento do Verão a Capricórnio traz o artigo Candem,( 8,5oz) e sarja 3x1, no Black Black, com o tom preto na trama e urdume e, cor mais intensa. "Pode ser usado nos famosos conjuntinhos com aspecto de alfaitaria, somente amaciado, mas também pode ser desbotado ou ganhar outros beneficiamentos vintage", comenta Maria José. Já o Albany vem no índigo 100% algodão em um azul intermediário. "Esse tom economiza processos em lavanderia para chegar, por exemplo, ao delavê", diz Maria José. Além disso esse artigo tem uma ótima largura - 1,70 e pesa 9,5oz, aceitando diferentes processos. E, por último o Sydney com 1,40 de largura, peso de 8oz, no mesmo tom do Albany, acrescentando o elastano com power de até 40%.

70 anos de história

Nestes 70 anos a Capricórnio Têxtil sempre seguiu com o propósito de entender as necessidades dos clientes respondendo na forma de produtos e serviços de excelente qualidade e, buscando se superar a cada ano. A empresa começou sua produção com artigos de lã. Nos anos 60 ficaram conhecidos pelos sintéticos e, nos anos 80 iniciaram a produção de jeans, estando atualmente entre os cinco maiores produtores de denim no Brasil, com escritório em São Paulo, unidades industriais nas cidades de Bragança Paulista e São Carlos, além de centro de distribuição em Natal (RN). Em 2015 a empresa atingiu a capacidade de 70 milhões de metros quadrados de denim com os novos teares jatos de ar de última geração e com a ampliação da capacidade de tingimento. A empresa anunciou ainda a continuidade dos aportes financeiros no Parque Industrial, com um Plano de Investimento agressivo para os próximos anos. O primeiro passo foi a compra do terreno vizinho à unidade fabril de São Carlos, o que possibilitará uma expansão futura.

Tendências

Bia Modolin do portal de pesquisas WGSN, apresentou as principais tendências dentro do segmento jeanswear. Entre os itens-chave ela destaca: o estilo street dos anos 80 e 90 que mescla a rebeldia jovem em cores mais escuras, denim raw e acabamentos brilhantes. Aqui as proporções são mais largas com volume tanto para o masculino quanto no feminino. Surgem muitos desfiados e jaquetas biker alongadas. Dos anos 70 o hippie torna-se mais glamouroso em versões mais curtas da flare, que vem com a boca levemente aberta, menos exagerada. As outras modelagens também sguem no estilo cropped com ou sem barras viradas. Os sobretudos vêm super longos no jeans rígido ou com mistura de malhas. O mix de materiais se faz presente também na pele de carneiro em detalhes de jaquetas como forros internos ou nas golas que podem ser removíveis. Entre os bordados, os florais são as principais padronagens. O Inverno traz referências ainda de modelagens desconstruídas, recortes, rasgos exagerados, principalmente nos joelhos, patchworks de lavagens contrastantes, franjas rústicas mais compridas, irregulares ou desfiadas. Os artigos ganham brilho extra e azul mais profundo, ideias para as peças em alfaitaria. Muitos efeitos vintage com detonados, rasgos, puídos, pontos de reserva. O conforto também é primordial nas peças mais justas ou com aspecto esportivo e alto power stretch.

Entre os principais looks encontrados nas ruas, Bia destaca as jaquetas bomber, colorações mais claras, o gótico urbano com muito black e cinzas em skinnies com rasgos e puídos. O macacão continua fazendo sucesso em tecidos maleáveis e confortáveis. As minissaias surgem retas, evasês, com zíper frontais. Os coletes truckers são longos ou mais curtos e super leves e, as jaquetas vêm personalizadas com patchs coloridos e divertidos. Cintura alta em diferentes modelagens confortáveis e também nas croppeds com destaque para as culotes e para a slim vintage. Sobreposições de jeans garantem looks nas mesmas lavagens e tonalidades.

Sem Gênero

Bia abordou também a onda de homens e mulheres usarem as mesmas peças de roupas, o estilo "no gender" ou "sem gênero" que vem ganhando cada vez mais espaço entre os moderninhos. Há marcas que apostam na roupa do namorado sendo utilizada pelas meninas, looks de casais com peças parecidas, o estilo workwear com o jeans tradicional que remete aos operários do início da história do denim em modelos unissex, referências aos "normcore" em estilos neutros e tons claros, streetwear com peças volumosas e, o desgin ambíguo, sem sexo em que marcas desafiam e repensam os gêneros.

Tags e Etiquetas

Em relação aos tags e etiquetas Bia aponta diferentes direções para o Inverno 2017:

- Preto+preto nos black denims;
- Etiquetas brilhantes ou foscas;
- Com relevos;
- Falsas etiquetas conquistadas em lavanderia com recortes ou rasgos;
- Contraste de cores entre a tipografia e o fundo das etiquetas;
- Tags que contam a história da peça ou da coleção;
- Para o segmento feminino, muitos florais, corações, tons açucarados, desenhos à mão personalizados;
- Mini etiquetas bem discretas;
- Minimalismo no preto e branco com tipografia bem simples;
- Fotografia nos tags que continuam abordando a campanha;
- Couro nas etiquetas;
- Nome do produto nas etiquetas ou tags.

Fonte | Assinatura: VANESSA DE CASTRO | FOTOS: EQUIPE GUIA JEANSWEAR

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